Nesta
região, sapateiros, carpinteiros, cesteiros e afins
eram chamados de oficiais, porque a sua profissão era
tida como um ofício.
Tinham o privilégio de
fixar o preço do seu trabalho, ao
contrário dos que trabalhavam a terra, os jornaleiros, cujo
salário, a jorna, era estabelecido pelo patrão.
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